Oportunidad real de amor temporada 2

O contragolpe em Meereen

2019.12.26 02:32 altovaliriano O contragolpe em Meereen

A paz em Meereen se foi com a fuga de Daenerys e a prisão de Hizdahr Zo Loraq.
Como já visto anteriormente, existem fortes argumentos para acreditarmos que Cabeça-Raspada tenha envenenado os gafanhotos de Daenerys a fim de quebrar a paz e que Barristan está sendo manipulado por ele. Selmy consegue que Skahaz prometa que nenhum mal será causado a Hizdhar ou às crianças reféns de Daenerys, que, no máximo serão trocadas pelos reféns de Daenerys entre os Yunkaítas (Herói, Jhogo e Daario).
Contudo, se por um lado a manutenção dessas promessas é fácil enquanto as forças de Daenerys permanecerem em Meereen, a questão ficará inteiramente ao arbítrio de Skahaz caso os aliados de Daenerys atravessem os portões de Meereen.
E é precisamente isto que está para acontecer em Os Ventos do Inverno.
A série da HBO incutiu em boa parte do fandom a noção de que a hora de Barristan Selmy chegará logo no começo do próximo livro. À falta de Skahaz na série, Selmy foi morto pelos Filhos da Harpia em uma emboscada sem sentido durante a 5ª temporada. Ainda assim, muitos leitores tem firme convicção de que isso anuncia que Barristan morrerá.
No capítulo final de A Dança dos Dragões, Skahaz já chama Barristan de Mão da Rainha e lhe atribui a responsabilidade do conselho de guerra formado ("seu conselho"). Tudo indica que Skahaz está se aproveitando do fato de que Barristan está fazendo o trabalho sujo sozinho, quase como se o cavaleiro fosse a mente e a espada por trás do golpe contra Hizdahr Zo Loraq.
Selmy, contudo, parece alheio a estes sinais, de modo que insiste em trasmitir a mensagem errada. Veja, por exemplo, que Selmy se traja ricamente para a Batalha e ainda usa a própria montaria de Daenerys:
O velho cavaleiro vestia a armadura que sua rainha havia lhe dado – um traje de aço esmaltado, incrustado e ornado com ouro. A capa que pendia de seus ombros era branca como a neve do inverno, assim como o escudo pendurado em sua sela. Sob si estava a montaria da própria rainha, a égua prateada que Khal Drogo havia dado a ela no dia de seu casamento. Era presunçoso, sabia ele, mas se Daenerys em pessoa não podia estar com eles em sua hora de perigo, Sor Barristan esperava que a visão de sua prata no combate pudesse dar ânimo aos guerreiros, lembrando-os de por quem e pelo quê eles lutavam. Além disso, a prata havia estado por anos na companhia dos dragões da rainha, e se acostumara à vista e ao odor deles. Isso não era algo que pudesse ser dito dos cavalos dos inimigos.
(TWOW, Barristan I)
Apesar de que ele pretenda enviar uma mensagem bem-intencionada para seus homens, o comportamento de Barristan pode ser capitalizado por seus opositores para envenenar até mesmo aqueles que apoiam o regime de Daenerys.
Por outro lado, os dragões ficaram no centro do debate diplomático com Yunkai e com os filhos da Harpia. A prisão de Hizdahr se deu na mesma noite em que Quentyn Martell acidentalmente libertou os dragões sobre Meereen. Portanto, é natural que a população veja um plano westerosi sendo posto em prática contra a Cidade durante o vácuo de poder deixado por Daenerys.
Assim, a morte dos dragões se tornou imprescindível para o retorno à paz, acima de qualquer coisa. Podemos ver isso na forma como as únicas mensagens que não foram "apagadas pela chuva" são aquelas que condenam os dragões e exaltam Harghaz (que morreu tentando matar Drogon):
A Harpia quer Hizdahr livre, então ele envia seus filhos de volta às ruas com facas nas mãos. Os mortos são todos libertos e cabeças-raspadas, como antes. Um deles era meu, uma Besta de Bronze. O sinal da Harpia foi deixado ao lado do corpo deles, riscado no chão ou rabiscado em uma parede. Há mensagens também. Os dragões devem morrer, escreveram, e Harghaz, o Herói. Morte a Daenerys foi visto também, antes que a chuva apagasse as palavras.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Mas também podemos perceber em como os Yunkaítas não aceitam qualquer proposta que permita que os dragões vivam:
– Recusaram. Nem todo o ouro comprará seu pessoal de volta, me disseram. Apenas o sangue dos dragões pode libertá-los.
Era a resposta que Sor Barristan esperava, não a que desejava. Sua boca se apertou.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Mas há algo muito curioso no modo em como tanto os Meereeneses quanto os Yunkaítas requerem a morte dos dragões. Eles a pedem, como se eles não fossem capazes de fazer isso eles mesmos - mas outra pessoa fosse.
É diante desta constatação que um pequeno rumor que Cabeça-raspada conta assume novo significado:
Há duzentos bem-nascidos reunidos na praça, parados na chuva com seus tokars e uivando por audiência. Querem Hizdahr livre e eu morto, e querem que você mate esses dragões. Alguém contou para eles que cavaleiros são bons nisso.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Este tipo de informação poderia ser facilmente espalhado por Skahaz e suas Bestas de Bronze enquanto eles vagavam mascarados ao redor da Cidade.
Porém, como uma informação similar poderia ter circulado entre os Yunkaítas? Ou como Skahaz poderia ter certeza de que Meereen e Yunkai compreenderiam em uníssono que Barristan seria capaz de se livrar dos dragões que ele mesmo havia libertado? Ora, tendo homens também no acampamento inimigo:
– Eu disse para você, as Bestas de Bronze são minhas.
– Você disse que tem homens entre os yunkaítas?
– Delatores e espiões. Reznak tem mais.
Reznak não é de confiança. Ele cheira muito doce e parece muito desleal.
(ADWD, O Cavaleiro Descartado)
Veja que Cabeça-Raspada parece saber que Selmy desconfia de Reznak e imediatamente acusa Reznak de ter mais tentáculos no acampamento yunkaíta. Numa tática digna de Petyr Baelish, Skahaz não precisa entrar em contradição para manipular Selmy, somente precisou plantar a idéia de que Reznak é mais influente perante o inimigo do que ele.
Portanto, há indícios de que Cabeça-Raspada esteja colocando Meereen e Yunkai contra Barristan. Diante da inabilidade política do guarda real, estas circunstâncias permitiriam que Skahaz forçasse Barristan a enfrentar os Yunkaítas em batalha, deixando a cidade à mercê de seus próprios planos (a saber: matar Hizdahr e os reféns de Daenerys e tomar o trono de Meereen para ele).
Um indício de que Skahaz já pôs estes planos em execução podem ser vistos em A Dança dos Dragões, quando Cabeça-Raspada participa ativamente do conselho de guerra antes de Barristan garantir que quebraria a paz, mas não fala nada durante o planejamento do ataque (ADWD, A Mão da Rainha).
Em assim não comprometendo seus homens com a batalha, sobrou para as Bestas de Bronze um trabalho muito conveniente para os planos de Cabeça-Raspada:
Acima, as ameias da portaria estavam abarrotadas com homens em capas remendadas e máscaras de bronze: o Cabeça Raspada enviara suas Bestas de Bronze às muralhas da cidade, para liberar os Imaculados para o campo. Se a batalha estiver perdida, caberá a Skahaz e seus homens defender Meereen contra os yunkaítas... até o momento em que a Rainha Daenerys possa retornar.
(TWOW, Barristan I)
Inadvertidamente, portanto, Barristan se pôs entre o inimigo e um traidor (Skahaz), tornando qualquer retirada para dentro de Meereen uma tática impossível.
Esta constatação é especialmente trágica quando vemos que recuar faz parte dos planos de Selmy e que as Bestas de Bronze tem o controle de balestras que podem acabar com as forças de Barristan:
– Procurem ouvir meu berrante, – Sor Barristan disse a eles. – Se ouvirem a retirada, recuem​. Nossas muralhas estão atrás de nós, abarrotadas de Bestas de Bronze. Nossos inimigos não ousarão chegar muito perto, senão estarão ao alcance das balestras. Se ouvirem o berrante soar o avanço, avancem de imediato. Dirijam-se a meu estandarte ou ao da rainha.
(TWOW, Barristan I)
Entretanto, as Bestas de Bronze não são a única força à disposição de Skahaz para atacar Barristan.
Os lutadores de arena reiteradamente demonstram sua lealdade a Hizdahr zo Loraq e Barristan, poucos dias antes do conselho de guerra, havia matado o gladiador Khrazz quando executva o golpe para depor Hizdahr:
Khrazz golpeou seu braço e o acertou, mas o arakh conseguiu apenas lascar o esmalte duro antes de encontrar o açoembaixo.
– Na arena, isso teria arrancado seu braço, velho.
– Não estamos na arena.
Tire essa armadura!
– Não é tarde demais para baixar seu aço. Renda-se.
– Morra – cuspiu Khrazz... mas quando ergueu o arakh, a ponta da lâmina ficou presa em uma das tapeçarias da parede. Aquela era a oportunidade que Sor Barristan precisava. Cortou a barriga do lutador de arena, defendeu-se do arakh que se libertou, então acabou com Khrazz com um rápido golpe no coração enquanto as entranhas do lutador começaram a escorregar para fora como um ninho de enguias gordurosas
(ADWD, O Derrubador de Reis)
Apesar deste acontecimento, Selmy parece não temer represálias pelos lutadores. Até mesmo chama alguns deles para seu conselho de guerra, sob protestos de Cabeça-Raspada:
E, do outro lado da mesa de onde se sentava Sor Barristan, estavam quatro guardas do outrora Rei Hizdahr, os lutadores de arena Goghor, o Gigante, Belaquo Quebra-Osso, Camarron do Conde e o Gato Malhado. Selmy insistira na presença deles, apesar das objeções de Skahaz Cabeça-Raspada. Eles haviam ajudado Daenerys Targaryen a tomar a cidade uma vez, e aquilo não podia ser esquecido. Podiam ser brutamontes encharcados de sangue e matadores, mas à sua maneira haviam sido leais... ao Rei Hizdahr, sim, mas à rainha também.
(ADWD, A Mão da Rainha)
Vê-se que eles participam ativamente do conselho, expondo suas opiniões de como efetivamente vencer os Yunkaítas. Contudo, a força de lutadores que compareceu aos Portões de Meereen para sair ao campo de batalha não se limitava àqueles cuja presença Skahaz havia se oposto.
Na verdade, compareceram lutadores que nunca foram citados antes nos livros e alguns deles usavam armadura:
Não muito longe deles, perto do sinistro monumento que os Grandes Mestres chamavam de Espiral de Caveiras, várias centenas de gladiadores haviam se reunido. Selmy viu o Gato Malhado entre eles. Ao lado dele estava Ithoke Destemido, e alhures Senaera Cobra, Camarron da Conta, o Açougueiro Tigrado, Togosh, Marrigo, Orlos, o Catamita. Até Goghor, o Gigante, estava lá, assomando sobre os outros como um homem em meio a meninos. ​A liberdade significa alguma coisa para eles no final das contas, ao que parece. ​Os gladiadores sentiam mais amor por Hizdahr do que jamais haviam demonstrado por Daenerys, mas Selmy estava contente de tê-los da mesma forma. ​Alguns até estão usando armadura​, ele observou. Talvez a vitória dele sobre Khrazz tivesse ensinado alguma coisa a eles.
(TWOW, Barristan I)
Em um momento de total ingenuidade, Barristan deixa de considerar a possibilidade de que este lutadores estão vestindo armaduras porque pretendem atacá-lo. Ou seja, o que aprenderam com a morte de Khrazz foi apenas que, para matar Barristan Selmy, é melhor estar completamente equipado.
E assim que os portões de Meereen são abertos, os lutadores deixam preocupantemente clara sua lealdade para com o Rei deposto por Selmy:
Os lutadores de arena na maior parte gritam “Loraq!” e “Hizdahr!” mas alguns gritam “Daenerys!”.
(TWOW, Barristan II)
Em razão disto, eu penso que os lutadores poderiam estar apenas esperando uma oportunidade para, no calor da batalha, atacar Barristan. Eu não sou capaz de dizer se eles contam com o apoio de Cabeça-Raspada, Galazza Galare ou fazem isto de forma independente, mas acredito que Martin está plantando as sementes da morte de Selmy nestes detalhes.
Na verdade, eu acredito que a chegada dos homens de ferro à Meereen forneceu a distração perfeita para que os lutadores executem seus planos. Barristan começa a comemorar a vitória antes do tempo, observando que eles e os homens de Victarion flanquearam os Yunkaítas de modo definitivo... provavelmente porque não percebe a fragilidade da própria posição:
Ele vê que os homens de ferro estão desembarcando, lutando contra os yunkaítas, e diz, surpreso, “Eles estãodo nosso lado!” Os mercenários não vieram fazer frente a seu ataque porque já estão preocupados com os nascidos do ferro!
Barristan está quase alegre.
– É como Baelor Quebralanças e o Príncipe Maekar, o martelo e a bigorna. Nós os pegamos! Nós os pegamos!
(TWOW, Barristan II)
E é exatamente neste momento de autoconfiança que as armadilhas dos Lutadores de Arena e Bestas de Bronze seriam mais eficientes contra Selmy e os exércitos aliados da Rainha Dragão.
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2018.09.13 02:26 Azaku25 Sinopsis Semanal de Series: Septiembre #3

Salvation 2X12 - “Ave maría”: Los planes finales del gobierno para un escenario apocalíptico pusieron en marcha una sorprendente cadena de eventos para Grace, Darius y Harris.
Elementary 6X20 - “Apto para ser atado”: El mortal conflicto de Holmes y Watson con el ex amigo de Sherlock, Michael, se intensifica cuando su última víctima parece ser la última presa del asesino en serie.
Better Call Saul 4X6 - “Piñata”: Mientras Jimmy soña despierto sobre la reconstitución de Wexler-McGill, Kim se dispone a asegurar su propio futuro; Mike pone en marcha un plan para Gus. (Better Call Saul 4X06)
Strangers 1X1- “Episodio 1”: Jonah Mulray vive una vida normal hasta que le dicen que su esposa ha sido asesinada en Hong Kong. Viaja para repatriar su cuerpo, pero descubre que ha estado viviendo una doble vida durante su matrimonio mientras descubre una conspiración más amplia. (Strangers 1X01)
The Outpost 1X8 - “Más allá de la pared”: Talon, Janzo y Garret se aventuran en un territorio prohibido en busca del Libro de los Nombres. Un ejército es llevado a las puertas de Outpost. (The Outpost 1X08)
Mayans MC 1X2 - “Escorpion/Dzec”: Los mayas buscan respuestas de un equipo local cuando los mundos de Galindo al norte y al sur de la frontera colisionan. (Mayans MC 1X02)
The Purge 1X02 - “Toma lo que es tuyo”: Jane considera la moralidad de Purge mientras Miguel busca a Pete el policía.(The Purge 1X02)
American Horror Story 8X1 - “El Fin”: La octava temporada es un ‘cossover’ entre la primera temporada, Murder House, y la tercera, Coven. Esta nueva entrega está situada en un futuro no muy lejano, lleno de horror. La historia comienza con el fin del mundo, por lo que, comienza un nuevo mundo dentro de la serie. (American Horror Story 8X1)
Greenleaf 3X4 - “El desvalido”: Lady Mae visita a la mundialmente famosa Pastora Maxine Patterson y soporta el último intento del Obispo de ganársela en una fiesta de Mesa Redonda. Connie pregunta si Grace está interesada en ejecutar Calvary. (Greenleaf 3X04)
Castle Rock 1X10 - “Romanos”: Algunas aves pueden ser enjauladas.
Snowfall 2X9 - “Rendición”: Franklin recurre a medidas extremas cuando la insatisfacción de su equipo alcanza un punto álgido. Lucía y Gustavo aseguran un trato para salvar sus vidas. (Snowfall 2X9)
Queen Of The South 3X13 - “El Mundo”: Recuperándose de un ataque sorpresa, Teresa hace un movimiento audaz para tomar el trono. (Reina del Sur 3X13)
El Tirador 3X13 - “Luz roja”: Bob Lee intenta poner fin a Atlas, todo mientras intenta salvar su matrimonio y atar los hilos restantes de su pasado. Isaac, Nadine y Harris encuentran nuevos roles para ellos en D.C. (Shooter 3X13)
Wynonna Earp 3X9 - “Deshacerlo”: La historia se repite cuando Wynonna tiene que hacer una elección imposible. Waverly y Nicole visitan a un joyero y una cara familiar regresa al Purgatorio. (Wynonna Earp 3X9)
Fear The Walking Dead 4X14 - “MM 54”: Las decisiones difíciles llevan al grupo a la incertidumbre; Alicia cumple una promesa a Charlie.
Las crónicas de Times Square 2X6 - “Hay un arte para esto”: Confrontado con las realidades cambiantes de la prostitución y la pornografía, C.C. dobla sus activos, mientras que el proxeneta Larry Brown ve una nueva oportunidad. Crecientemente frustrado, Candy recurre a Genevieve Furie, una antigua directora de pornografía que se graduó para filmar películas para asesorar sobre cine. Después de que un cliente es asaltado fuera de su bar, Matty the Horse, un rival de Rudy, se acerca a Paul y le promete a Paul la protección que merece. Después de un nostálgico viaje por carretera a Coney Island con Vincent, Abby asiste a una reunión de activistas y reconoce una cara familiar de Times Square.(The Deuce 2X06)
Ballers 4X6 - “Nada de tonterías”: Spencer recluta Q para ayudarlo a aprovechar un trato. Con Reggie a cuestas, Joe habla de negocios con un grupo de skaters extremos conocidos colectivamente como Illegal Civilization. Charles es anfitrión de una recepción previa a la agencia libre. (Ballers 4X06)
Insecure 3X6 - “Ready-Like”: (Insecure 3X06)
YOU 1X2 - “El último buen chico en Nueva York”: Beck y Joe tienen una cita real. Joe hace todo lo posible para ganarse a Beck, pero ella está atrapada en su ex, Benji, que no es bueno para ella. (YOU 1X02)
Shameless 9X2 - “Mo White para presidente”: No todos están contentos de ver a Carl después de aparecer en la propiedad como un policía calificado. Jackson se encuentra acusado de reclamar beneficios de manera falsa, lo que resulta en la pérdida de su trabajo, lo que convierte su matrimonio en un caos. Frank tiene el trabajo de convertirse en agente doble, para que pueda obtener información de Carmen sobre los planes futuros para la propiedad. Los residentes terminan acordando un trato con Carmen para salvar la propiedad. Kelly pierde a su bebé. (Shameless 9X02)
The Last Ship 5X2 - “Niebla de guerra”: Volviendo a la tecnología militar de la Segunda Guerra Mundial, Nathan James debe pensar rápido para sobrevivir a una pelea con capacidades limitadas de armas. (The Last Ship 5X02)
Vanity Fair 1X4 - “Momento en el que Becky se une a su regimiento”: En la víspera de la batalla, Becky hace una entrada triunfal en la alta sociedad y encuentra un nuevo uso para viejos amigos. Adaptación de la novela de William Makepeace Thackeray sobre una mujer amoral que astutamente maniobra para llegar a la cima de la alta sociedad georgiana. Protagonizada por Olivia Cooke. (Vanity Fair 1X04)
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2016.06.05 09:21 ShaunaDorothy Moralismo antisexo en la izquierda - Maoístas beatos (Junio de 2013)

https://archive.is/JoSkZ
Espartaco No. 38 Junio de 2013
Moralismo antisexo en la izquierda
Maoístas beatos
(Mujer y Revolución)
El siguiente artículo ha sido traducido de las páginas juveniles, Young Spartacus, de Workers Vanguard No. 1020 (22 de marzo), periódico de nuestros camaradas de la Spartacist League/U.S.
Bob Avakian, dirigente del Revolutionary Communist Party (RCP, Partido Comunista Revolucionario) ha ordenado a sus acólitos que vuelvan a emprender la carga contra Playboy, las tiendas de pornografía, los table dance, Xtube y Cincuenta sombras de Grey, todos ellos declarados anatema. Estos maoístas puritanos, cargados de moralismo reaccionario en nombre de los “valores familiares”, han dado un giro escandaloso con su campaña “End Pornography and Patriarchy: The Enslavement and Degradation of Women” [Poner fin a la pornografía y el patriarcado: La esclavitud y degradación de las mujeres].
Desde 2012, el RCP ha utilizado vilmente el Día Internacional de la Mujer, una celebración proletaria, como plataforma para marchar en Nueva York y otras ciudades, denunciando los espectaculares que “tratan a las mujeres como objetos” y protestando contra las sex shops y los table dance locales. Puede verse a los miembros del RCP, en estrecha competencia con los cristianos evangélicos, repartiendo tarjetitas en las esquinas y las universidades con la orden “DEJA DE VER PORNO” porque “corrompe la humanidad de los que lo ven”. Los evangelizadores del RCP son bien conocidos por instar a los hombres que luchan por los derechos de las mujeres (por ejemplo, en las guardias de las clínicas de aborto o en manifestaciones por el derecho al aborto) a que confiesen sus hábitos anteriores de consumo pornográfico y no vuelvan a pecar.
La esencia de la campaña, dirigida por la portavoz del RCP Sunsara Taylor, está detallada en un “Llamado a la acción” de 2011. En este llamado afirman absurdamente que las imágenes pornográficas son la causa de violaciones, asesinatos y otros crímenes violentos contra las mujeres. Afirman que existe una “cultura de violación y pornografía” que refuerza “la esclavitud y la degradación de las mujeres”.
Siempre al tanto de los últimos acontecimientos, afirman que la cultura estadounidense se ha “pornificado” recientemente, ¡como evidencian el fenómeno nacional del (¡gulp!) “sexting” entre los adolescentes y la popularidad entre las mujeres de las clases de baile de tubo (pole dancing) en los gimnasios! Debajo de esta estupidez condescendiente y su mentalidad puritana y moralizante se encuentra la vieja basura de que “las mujeres son víctimas y es imposible que disfruten del sexo” (o del porno). Para esta policía moral neovictoriana, las “nuevas” transgresiones del porno incluyen el depósito de fluido seminal en el rostro de una dama, la penetración de orificios en un orden que no es del agrado del RCP y otras prácticas sexuales que denuncian en escabroso detalle.
¿Cuán pirado hay que estar para determinar (con gran precisión, faltaba más) cuáles posiciones, órganos, orificios y/o intercambios de fluidos son degradantes y abusivos y cuáles están basados en cambio en “el amor y el respeto mutuos”? Bastante, sin duda. De hecho, lo verdaderamente obsceno de todo esto son las declaraciones de Bob Avakian acerca de qué es “normal” y qué no. Si lo mantuvieran entre ellos, en sus casas de oración mientras su membresía se arrodilla frente al altar embrutecedor de los documentales de más de seis horas con los sermones de Avakian, no sentiríamos necesidad de comentar al respecto. El proselitismo del RCP, sin embargo, le hace el juego directamente a la muy real cacería de brujas antisexo del muy real estado capitalista.
Despotricando contra la pornografía, Avakian trivializa no sólo el aterrador crimen de la violación, sino también la historia racista estadounidense de asesinatos de gente negra a manos del Ku Klux Klan. Refiriéndose a las postales fotográficas de linchamientos que los partidarios del KKK circulaban a principios del siglo XX, Avakian afirma escandalosamente que la pornografía es “el equivalente de las ‘Postales de la horca’. Es un medio para minimizar y degradar a todas las mujeres”. Estas palabras inspiraron a los partidarios de Avakian a producir un póster grotesco que traza un equivalente entre las imágenes de los linchamientos racistas y las fotos pornográficas ¡e incluso una publicidad de Dolce & Gabbana! Esto demuestra una indiferencia despectiva hacia el terror del KKK, y no hace falta ser un marxista para sentirse completamente asqueado.
La reaccionaria campaña antisexo, que argumenta que la opresión de la mujer se debe a los “pensamientos impuros” y no al sistema capitalista de explotación, no podría estar más lejos del objetivo de liberar a las mujeres. ¡Traten de decirles a las mujeres de Arabia Saudita e Irán —donde la pornografía es ilegal— que su opresión se deriva de videos y revistas porno! La pornografía simplemente consta de imágenes y palabras destinadas a entretener. Refleja, y no hace más que reflejar, una parte del comportamiento humano. En esta sociedad capitalista, violenta e irracional, algunos de esos reflejos no son nada agradables. Pero no se puede transformar la sociedad cambiando las imágenes en una pantalla. Sólo la revolución socialista puede sentar la base económica para remplazar la institución de la familia —la principal fuente de opresión de la mujer— y garantizar auténtica libertad para las mujeres.
El RCP capitula al extendido atraso religioso que obliga a los jóvenes a sentir vergüenza, humillación, desprecio contra sí mismos y terror traumatizante como consecuencia de actividades que de otro modo serían consideradas placenteras. Arremedando al Vaticano, durante años el RCP llamó por “relaciones monógamas estables entre hombres y mujeres”. Incluso ahora lamentan el que los hombres “eviten o retrasen el matrimonio” y “busquen en cambio...gratificación sexual sin obligaciones, en encuentros casuales o a través de la pornografía y la prostitución” (“A Declaration: For Women’s Liberation and the Emancipation of All Humanity” [Una declaración: Por la liberación de la mujer y la emancipación de la humanidad entera], Revolution, 8 de marzo de 2009).
El RCP acompaña sus diatribas contra el porno con la consigna “¡Aborto para quien lo solicite y sin disculpas!”. Pero, en los hechos, esta organización hace causa común con aquéllos cuyo máximo deseo es la destrucción de Roe vs. Wade [la resolución judicial que hizo legal el aborto en Estados Unidos]. La campaña antiporno del RCP es notoriamente similar a la promesa de Michele Bachmann (del Tea Party Republicano) en 2011 de otorgar “protección humanitaria a las mujeres y a los frutos inocentes de la intimidad conyugal...contra el tráfico de personas, la esclavitud sexual, la seducción de la promiscuidad y todas las formas de pornografía, prostitución, infanticidio, aborto y otras formas de coerción e inocencia robada... Que Dios nos proteja”.
¡Gobierno fuera de las recámaras!
La sexualidad es personal, no política. Los que politizan la sexualidad son los gobernantes capitalistas, victimizando a aquéllos que se apartan de sus mandatos. Al tiempo que hacen llover muerte sobre los jóvenes afganos y pakistaníes, los gobernantes de EE.UU. están desatados en casa tratando de reglamentar la vida sexual de las personas en nombre de “proteger a los niños”. Por ejemplo: deteniendo adolescentes por distribución de “pornografía infantil” y de “materiales obscenos a menores” cuando coquetean intercambiando imágenes de ellos mismos desnudos; arrestando a los adultos que tienen relaciones con adolescentes; encarcelando a miles de hombres que ven imágenes clasificadas como pornografía infantil o que intercambian mensajes sexuales en los chats con jóvenes (o policías encubiertos haciéndose pasar por tales). El porno no destruye vidas, pero formar parte de un registro de criminales sexuales de por vida seguramente sí. ¡Abajo con las reaccionarias leyes antisexo! ¡Gobierno fuera de las recámaras!
Como dice el dicho en inglés: “La perversión no es más que lo que a ti no te atrae”. No es asunto de nadie más cómo le hace la gente para disfrutar un poco del sexo en esta existencia capitalista por lo demás miserable. Nos oponemos a todos los intentos puritanos de censurar la pornografía. De igual modo, nos oponemos a todas las leyes contra los “crímenes sin víctimas”, como la prostitución, el uso de drogas y las leyes de “edad de consentimiento”. Abogamos por el concepto del consentimiento efectivo, es decir, que mientras todas las partes involucradas estén de acuerdo en participar en algo, nadie más, y mucho menos el estado, tiene derecho a decirles que no pueden hacerlo.
Y, según el RCP, ¿quién va a imponer su campaña de abstinencia antiporno? En su “Llamado a la acción” explican en letras chiquitas que (¡desde luego!) no buscan establecer nuevas leyes para prohibir la pornografía. Pero hablar no cuesta nada. Una organización que no sólo no combate la censura, sino que incluso la promueve, es un peón del estado. Después de protestar contra una tienda de pornografía, el RCP y sus partidarios no pueden regresar al día siguiente a protestar contra su clausura por parte del estado y la reacción religiosa. Ya tomaron lado.
El Presidente Bob la reconoce cuando la ve
¿Dónde está la línea de lo que es demasiado “obsceno” para ser permitido? Como Potter Stewart, el juez de la Suprema Corte de EE.UU. que emitió su opinión sobre la pornografía en un caso de 1964, el Presidente Bob la reconoce cuando la ve. Con respecto a la lencería femenina —en particular las tangas— su reacción fue similar; su prensa las describe como “símbolos horrendos y encarnaciones de la degradación de la mujer” en la misma línea que las burkas. ¡Las burkas! Hace unos años, el RCP organizó una gira de presentaciones con el título “De la burka a la tanga”, donde afirmaban que la burka, un símbolo de opresión e instrumento de la reacción religiosa, era igual a una delgada pieza de ropa interior que muchas mujeres (y de hecho algunos hombres) disfrutan usar.
Estas tonterías le deben mucho al feminismo que, desde hace décadas, viene haciendo causa común con la derecha religiosa en una variedad de campañas para censurar la pornografía. Con sus llamados a “Poner fin al patriarcado”, el RCP despreciablemente le hace el juego a los feministas, promoviendo la noción idealista de que el cambio social se obtiene con persuasión moral y no con la lucha de clases. Contrario a la impresión generalizada, el feminismo no significa la liberación de la mujer. En cambio, traza la línea divisoria de la sociedad entre los géneros y no entre las clases y busca que las mujeres avancen hasta tener una mayor participación en el gobierno y las corporaciones en la cima del represivo sistema capitalista. La ideología burguesa del feminismo es un obstáculo a la verdadera emancipación de las mujeres.
En línea con su deshonrosa herencia maoísta-estalinista, el RCP promueve la familia. En la década de 1970, el RCP, entonces llamado Revolutionary Union (RU), denunciaba la homosexualidad —junto con la pornografía y la promiscuidad— como una enfermedad de la sociedad capitalista y prohibía la entrada de gays y lesbianas a su organización. Los predecesores del RCP escribieron en su declaración de 1974, “Position Paper of the Revolutionary Union on Homosexuality and Gay Liberation” [Declaración de posición de la Revolutionary Union con respecto a la homosexualidad y la liberación gay]: “La liberación gay es antiobrera y contrarrevolucionaria. Sus ataques contra la familia despojarían a los pobres y la clase obrera de la unidad social más viable para su lucha revolucionaria contra el sistema imperialista” (ver “RU on Homosexuals: Malicious Maoist Bigotry” [El RU sobre los homosexuales: Maliciosa intolerancia maoísta], Young Spartacus No. 26, noviembre de 1974). A esto siguieron sus diatribas en la década de 1980 contra el supuesto “estilo de vida autoindulgente” de los hombres homosexuales, entre otras muchas prácticas contra las que objetaban fuertemente, incluidos el sexo casual y la pornografía.
Para principios del siglo XXI, el RCP parece haber descubierto que sería difícil reclutar jóvenes activistas si seguía sonando como el fanático Rick Santorum [precandidato presidencial republicano en 2012]. En consecuencia, el RCP repudió su prohibición contra los homosexuales. Como hicimos notar más tarde en nuestro artículo “RCP: Anti-Gay Moralists Then and Now” [El RCP: Moralistas antigay de ayer y hoy] (WV No. 947, 20 de noviembre de 2009): “El actual entusiasmo del RCP por el matrimonio homosexual parece tener más que ver con su entusiasmo por forzar a la gente a entrar en la institución atrofiante del matrimonio monógamo, que con cualquier tipo de oposición a la opresión de los homosexuales”.
La posición en su Nuevo Borrador de Programa de 2001 puede haber marcado un cambio de línea, pero no un cambio de opinión. Hoy en día no ven “a la orientación homosexual o a la práctica de la homosexualidad en sí como algo que impida la emancipación de la mujer”. Y agregan: “La cultura gay masculina en la sociedad burguesa no se desvía del derecho masculino —y de hecho hay elementos de ésta que lo concentran—”. Palabra de Nuestro Señor Avakian: las relaciones homosexuales entre hombres siguen siendo demostraciones de machismo.
Hoy día, el RCP participa en la forma socialmente aceptada de intolerancia fanática contra los homosexuales: difamar a la North American Man/Boy Love Association (NAMBLA) como “abusadores de niños”. NAMBLA es una organización que llama por la despenalización de las relaciones sexuales consensuales entre hombres adultos y menores de edad (por ejemplo, el romance entre el galán televisivo Brian Kinney y un estudiante de secundaria en la primera temporada de la serie “Queer as Folk”).
La histeria contra la pedofilia es utilizada por el estado para justificar las más grotescas intervenciones en la vida privada de la gente —y especialmente para reglamentar el comportamiento de la juventud—. De manera despreciable, la enorme mayoría de las organizaciones gay y los grupos de izquierda se rehúsan a defender a NAMBLA, dejándola a merced del estado capitalista. En la Spartacist League estamos orgullosos de nuestra historia de defensa de NAMBLA y de oposición a las leyes de “edad de consentimiento” y todas las leyes que limiten la privacidad y la libertad sexual de los individuos que consienten.
Como dice la estrella porno Nina Hartley: “El deseo sexual es, por su naturaleza, desordenado, caótico, transgresivo y rompe barreras”. Hace ya más de 50 años, el doctor Alfred C. Kinsey desacreditó el mito prevaleciente de que las relaciones monógamas heterosexuales eran la norma en la sociedad. Después de entrevistar a casi 18 mil personas, su equipo demostró con un detalle irrefutable que 19 de cada 20 estadounidenses habían roto al menos una ley (adulterio, sodomía, etc.) al tener sexo. Aunque ya no abarcan una serie tan amplia de prácticas, las leyes antisexo de la actualidad siguen teniendo el propósito de restringir la sexualidad de la gente y de castigar cruelmente las transgresiones (ver “En defensa del sexo y la ciencia”, Espartaco No. 24, verano de 2005).
La familia: Principal fuente de opresión de la mujer
El RCP sigue los preceptos del líder chino Mao Zedong, que no sólo impulsaba el dogma nacionalista de construir el “socialismo en un solo país” sino que además promovía a la familia como un instrumento ideológico para apuntalar el dominio de la casta burocrática. La Revolución de 1949 contra el capitalismo transformó vidas y proporcionó oportunidades sin precedentes para las mujeres chinas que, en los tiempos anteriores a la revolución, apenas eran consideradas seres humanos. Sin embargo, permaneció, como lo puso el dirigente bolchevique León Trotsky en La revolución traicionada (1937) al describir a la burocracia soviética, la “filosofía de cura que dispone, además, del puño del gendarme”. Bajo el régimen de Mao, el divorcio era difícil de obtener, el sexo premarital era un crimen, la homosexualidad era vista como una “enfermedad” y se advertía en contra de la masturbación en los manuales de higiene distribuidos masivamente (ver “Maoism and the Family” [El maoísmo y la familia], Women and Revolution No. 7, otoño de 1974).
La ideología maoísta es el legado del estalinismo en la antigua Unión Soviética. La URSS emergió de una revolución obrera victoriosa en 1917 (a diferencia de China, donde un ejército campesino bajo las órdenes de Mao dirigió la revolución). Después de la contrarrevolución política de 1924 que usurpó el poder de manos de la clase obrera, la burocracia estalinista mantuvo y reforzó su dominio de casta parasitaria promoviendo el conservadurismo social y el respeto a la autoridad. Los burócratas desenterraron la vieja ideología burguesa del chovinismo gran ruso y el culto a la familia.
La glorificación estalinista-maoísta de la familia está totalmente contrapuesta a la lucha de V.I. Lenin y los bolcheviques por la liberación de la mujer, y a la historia entera del movimiento marxista. En El origen de la familia, la propiedad privada y el estado (1884), Friedrich Engels explica que la familia patrilineal monógama “Se funda en el predominio del hombre; su fin expreso es el de procrear hijos cuya paternidad sea indiscutible”. Bajo el capitalismo, la familia sigue siendo la principal fuente de opresión de la mujer y es crucial para asegurar que la propiedad burguesa sea transmitida de una generación a la siguiente a través de herederos “legítimos”.
Para la clase obrera, la familia nuclear implica procrear y criar a la siguiente generación de esclavos asalariados para la clase dominante, el tedio del trabajo doméstico, el cuidado de los ancianos y los enfermos, al igual que la impartición de la moral y la ideología burguesas necesarias para reforzar la obediencia a la autoridad. Es por eso que cualquier desviación, desde los derechos de los homosexuales hasta el derecho al aborto, es percibida como una amenaza contra la familia.
La opresiva institución de la familia no puede ser simplemente abolida. Es necesario remplazar a la familia como unidad económica y legal, como parte de la transición a una sociedad comunista sin clases. A través de la creación de instituciones alternativas que llevarían a cabo en forma colectiva el trabajo que actualmente hacen las mujeres en el hogar, aspiramos a emancipar a las mujeres del interminable tedio (como niñeras, cocineras, lavanderas, limpiadoras, etc., de tiempo completo) y del aislamiento social, cultural y político que les impone la estructura familiar. Para lograr esto, la clase obrera, con las mujeres como componente crucial, debe destruir el estado burgués y sentar las bases para una economía colectivizada y planificada. ¡Por la liberación de la mujer mediante la revolución socialista!
Tanto los obreros como las obreras sufren diariamente la violencia de la explotación capitalista: pobreza, hambre, enfermedades que no son atendidas, la falta de vivienda y el trabajo alienante. Pero el santurrón RCP quisiera hacernos creer que el principal problema que enfrenta la sociedad actualmente es la oposición entre mujeres “convertidas en objetos” y sus hermanos de clase que supuestamente “corrompen su humanidad” al disfrutar de imágenes que el Presidente Bob y Sunsara Taylor desaprueban.
Durante su (difunta) campaña World Can’t Wait [El mundo no puede esperar], la línea divisoria del RCP era entre el régimen supuestamente “fascista” de Bush y el mundo entero que no podía esperar a sacarlo de la presidencia para poner a los demócratas. Ahora tienen el mundo por el que lucharon: el dominio capitalista ejercido por el otro partido del enemigo de clase. ¿Y cuál es el resultado de los esfuerzos del RCP? Dos millones de personas que se pudren en las prisiones, 1.5 millones de inmigrantes deportados y miles de muertos en los ataques de los drones de Obama.
El denominador común es que el oportunista RCP, carente de cualquier tipo de brújula obrera, busca fuerzas de clase ajenas: por aquí el partido capitalista del enemigo de clase, por allá el ala antisexo de los feministas pequeñoburgueses, en todas partes la masa amorfa que llaman “el pueblo”. El RCP está listo para aceptar a quien sea o lo que sea excepto un eje proletario de clase. Mientras el RCP persiste con sus campañas reformistas y puritanas, la Spartacist League y sus auxiliares juveniles, los Spartacus Youth Clubs, llevan adelante la lucha programática por la liberación de la mujer mediante la revolución socialista.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/38/antisexo.html
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